Joia Mística Laroyê

Vela Azul e Branca

Iemanjá e Oxalá na mesma chama, para serenar a casa e cuidar de quem você ama

Vela Azul e Branca

Vela de 7 dias · fica acesa 7 dias

Tamanho da vela

A vela de 7 dias fica acesa por 7 dias, sem parar.

PIX na hora. A vela acende assim que o pagamento cai.

Dúvida? Fale com a gente no WhatsApp

Duas cores, um pedido: que a casa volte a ter sossego. A vela azul e branca é procurada por quem vive um tempo de discussão dentro de casa, por casais que andam distantes e por mães e pais preocupados com os filhos. Na Umbanda ela é uma das bicolores mais acesas, e muita gente a escolhe na virada do ano, quando se pede um ciclo novo mais calmo para a família inteira.

O azul é de Iemanjá, a iabá das águas salgadas, que cuida do ori e é vista como mãe que acolhe. O branco é de Oxalá, o orixá da criação, que pede silêncio, paciência e fé. Quando as duas cores dividem o mesmo corpo de cera, o pedido ganha colo e firmeza ao mesmo tempo. O dia mais usado é o sábado, de Iemanjá, mas há casas que preferem a sexta de Oxalá, e as duas escolhas têm fundamento.

Não espere dela um corte de demanda nem uma abertura de caminho: isso é trabalho de outras velas. O que ela faz é baixar a temperatura de um lar, ajudar a pessoa a falar sem ferir e a ouvir sem revidar. É uma vela de convivência, que pede paciência de quem acende.

Para que serve

Para que serve a Vela Azul e Branca

Com o azul de Iemanjá e o branco de Oxalá, a vela azul e branca junta a mãe das cabeças e o pai da criação. É acesa por paz no lar, reconciliação entre parentes, proteção dos filhos e para clarear a mente em fase de mágoa.

  • Acabar com as brigas em casa

    Quando cada conversa vira discussão, deixe a vela num cômodo de uso comum. O pedido é que todos baixem a voz e voltem a se escutar, sem vencedor e sem vencido.

  • Reaproximar o casal

    Serve para relações cansadas pelo dia a dia, não para prender ninguém. A vela pede diálogo e paciência entre os dois, e deixa a escolha de cada um livre.

  • Proteger filhos, gestação e bebês

    Mães e pais acendem pelos filhos que saem de casa, pela gravidez e pelo recém-nascido. É um pedido de amparo feito a Iemanjá com a bênção serena de Oxalá.

  • Desfazer mágoa e ressentimento

    Para quem guarda dor de uma ofensa antiga e quer seguir em frente. A chama ajuda a olhar para a mágoa com calma, sem prometer que a ferida feche num dia.

  • Clarear a cabeça para decidir

    Antes de uma conversa difícil ou de uma decisão que envolve a família, a vela azul e branca acalma o ori e ajuda a pensar antes de falar.

  • Saudar a mãe e o pai nas festas

    Na virada do ano, ou nas datas de Iemanjá, que variam por região (2 de fevereiro na Bahia, 8 de dezembro em muitas cidades), é a cor de quem agradece à mãe e ao pai juntos.

Quem rege esta vela

Orixás e entidades da Vela Azul e Branca

  • Ilustração de Iemanjá em arte sacra

    Iemanjá

    Mãe que acolhe, senhora das águas salgadas

    O azul da vela é dela, e o sábado também. Iemanjá rege a família, a maternidade e as emoções que transbordam, que é justamente o que a pessoa traz quando acende esta bicolor.

    Conhecer Iemanjá
  • Ilustração de Oxalá em arte sacra

    Oxalá

    Pai da criação, dono do branco

    O branco é a cor de Oxalá, que pede calma e paciência. Ele entra na vela como firmeza: o acolhimento de Iemanjá ganha o silêncio e a fé que fazem a paz durar.

    Conhecer Oxalá

Também firmada para

  • Povo d'Água
  • Marinheiros
  • Sereias
  • Caboclas do mar

Oração para acender

Oração da vela azul e branca a Iemanjá e Oxalá

“Mãe Iemanjá, Pai Oxalá, eu acendo esta vela de duas cores pedindo que a minha casa volte a ser lugar de descanso. Minha mãe, recolhe nas tuas ondas as palavras duras que já foram ditas aqui e leva para o fundo do mar o que ficou de mágoa. Meu pai, estende o teu pano branco sobre cada pessoa desta família e ensina a gente a esperar a vez de falar. Guarda os meus filhos onde eles estiverem, dá juízo a quem anda de cabeça quente e dá a mim a paciência que eu não tenho sozinho. Não peço que ninguém mude por obrigação. Peço que o amor que já existe aqui encontre caminho para aparecer. Odoyá! Epa Babá!”
Acender a vela e rezar

Passo a passo

Como firmar a Vela Azul e Branca

  1. 1

    Prepare o lugar da família

    Prefira a sala ou outro cômodo onde todos passam, numa mesa firme. Forre com o pano e tire dali objetos do dia a dia: o espaço passa a ser só da firmeza.

  2. 2

    Escreva os nomes

    Num papel, escreva o nome de quem mora na casa, ou de quem está em desacordo. Dobre e coloque debaixo do prato. A vela vai queimar sobre essas pessoas.

  3. 3

    Ponha água e flores ao lado

    O copo com água e sal fica junto do prato, lembrando o mar de Iemanjá. As rosas brancas ou a colônia completam, trazendo o branco e o perfume de Oxalá.

  4. 4

    Acenda saudando os dois

    Risque o fósforo, diga Odoyá para Iemanjá e Epa Babá para Oxalá. Faça a oração e depois fale do seu jeito sobre a casa, sem cobrar prazo nem resultado.

  5. 5

    Volte a ela durante a semana

    A cada dia, passe pela vela e reze um pouco, nem que seja um minuto. Troque a água se ela turvar. O pedido de paz é alimentado pela constância de quem pediu.

  6. 6

    Feche sem soprar

    Deixe a vela acabar sozinha. A água vai para a terra ou o ralo, as flores para um jardim, o papel pode ser queimado com cuidado e a cera vai embrulhada para o lixo.

Ceromancia

O que a chama da Vela Azul e Branca mostra

Leitura tradicional de terreiro. Antes de interpretar, confira se não há vento, pavio torto ou vela de má qualidade.

  • Bom sinal

    Chama calma e de altura constante

    Muitas casas entendem como sinal de que o pedido foi acolhido e de que a casa está aceitando o sossego. Siga firmando nos dias seguintes.

  • Bom sinal

    Cera que derrete por igual nas duas cores

    Há quem leia como equilíbrio entre o acolher e o firmar, sinal de que a família está pronta para conversar com menos peso.

  • Observe

    Uma das cores queima bem mais rápido

    Costuma ser só o pavio torto ou o calor de um lado. Gire o prato com cuidado, sem tocar na chama, e continue a firmeza normalmente.

  • Atenção

    Chama que estala ou solta faísca

    No costume, aponta tensão ainda presente no ambiente. Antes de qualquer conversa difícil, reze de novo e escolha bem a hora de falar.

  • Atenção

    Vidro escurecido com fuligem

    Pode indicar mágoa pesada sendo queimada. Limpe o copo depois, faça um banho de colônia e, se repetir sempre, procure um terreiro sério.

Cuidados antes de acender

  • A vela de 7 dias passa noites acesa: use prato firme, longe de cortina e de móvel de madeira, fora do alcance de crianças, gatos e cachorros.
  • Paz em família não se impõe. Esta vela não serve para obrigar alguém a voltar nem para dobrar a vontade de ninguém, e firmeza de Iemanjá não é lugar para esse pedido.
  • Obrigação, bori e assentamento de Iemanjá ou de Oxalá são assunto de fundamento. Quem orienta é o zelador do seu terreiro, não a vela acesa em casa.
  • Violência dentro de casa não se resolve com vela. Se houver agressão, procure ajuda: ligue 180 ou 190. A reza acompanha, mas não protege sozinha.

Vela Virtual

Acenda a Vela Azul e Branca agora

Escolha o tipo, escreva seu pedido e pague por PIX. A chama fica no altar e você acompanha pelo link.

Subir para o altar

Dúvidas frequentes

Perguntas sobre a Vela Azul e Branca

Vela azul e branca é de qual orixá?

De Iemanjá e de Oxalá juntos. O azul é de Iemanjá e o branco é de Oxalá, e por isso a vela une o acolhimento da mãe à calma do pai. Algumas casas a dedicam só a Iemanjá, já que o branco também é cor dela.

Qual o melhor dia para acender a vela azul e branca?

O sábado, dia de Iemanjá na maioria das casas de Umbanda. Quem segue mais a linha de Oxalá prefere a sexta-feira. Datas de festa, como 2 de fevereiro, 8 de dezembro e a virada do ano, também são escolhas comuns.

Qual a diferença entre vela azul e branca e vela azul clara?

A azul clara é só de Iemanjá e cuida mais das emoções de quem acende. A azul e branca soma Oxalá ao pedido, e por isso é a mais usada para a paz da casa inteira, reconciliação e convivência entre parentes.

Vela azul e branca serve para reconciliar o casal?

Serve para pedir paz e diálogo entre os dois, não para trazer de volta quem decidiu ir embora. Ela não prende nem obriga ninguém. Se os dois querem conversar, a vela acompanha esse esforço com calma, e a escolha de cada um continua livre.

Posso acender a vela azul e branca dentro de casa?

Pode, e é ali que ela mais faz sentido, já que o pedido é pelo lar. Escolha um cômodo de uso comum, um prato firme e um lugar longe de tecido. Não é preciso ir à praia para firmar Iemanjá.

Se a vela apagar antes do fim, preciso começar de novo?

Não precisa começar do zero. Confira vento e pavio, reacenda com fósforo e refaça a oração. Se tiver que sair de casa, abafe com um pires em vez de soprar. Em muitas casas, soprar é visto como desfazer o pedido.

O que fazer com a água, o papel e a sobra de cera?

A água vai para a terra de um vaso ou para o ralo, e o copo é lavado. O papel com os nomes pode ser queimado com segurança ou enterrado. A cera que sobrou vai para o lixo comum, embrulhada em papel.