Eis-me aqui, ó bom e dulcíssimo Jesus! Prostrado de joelhos diante da vossa divina presença, vos peço e suplico, com o mais ardente fervor, que imprimais no meu coração vivos sentimentos de fé, esperança e caridade, e um verdadeiro arrependimento dos meus pecados, com vontade firmíssima de os emendar,
enquanto eu, com grande afeto e dor de alma, considero e medito nas vossas cinco chagas, tendo diante dos olhos o que já o santo profeta Davi dizia de vós, ó bom Jesus: “Trespassaram as minhas mãos e os meus pés, e contaram todos os meus ossos” (Salmo 21,17-18).
Reza-se um Pai-Nosso pelas intenções do Santo Padre.
O devocionário lembra que a Igreja concede indulgência plenária a quem, confessado e tendo comungado, reza esta oração diante de uma imagem de Jesus Crucificado nas sextas-feiras da Quaresma, e indulgência parcial nos outros dias do ano.