Obaluaê, também chamado Omulu ou Omolu, é o orixá da varíola, das doenças e da cura. Na tabela do sociólogo Reginaldo Prandi, ele “é relacionado com todo o tipo de mal físico e suas curas” e é “associado aos cemitérios, solos e subsolos”. Veste palha da costa da cabeça aos pés, come pipoca, tem a segunda-feira como dia e é saudado com Atotô!.
O nome já pede cuidado. Pierre Verger, citado por Gildeci Leite, escreve que o verdadeiro nome do orixá “é perigoso demais pronunciar” e que, por prudência, se diz Obaluaê, “O Rei, Senhor da Terra”, ou Omulu, “o Filho do Senhor”. O 16 de agosto, dia de São Roque, é uma das festas dele; há casas que o celebram em 2 de novembro, em 17 de dezembro ou no fim de janeiro, como se vê mais abaixo.
Quem é Obaluaê, o orixá da cura
Na tabela das nações de Prandi, na revista Horizontes Antropológicos, Obaluaiê ou Omulu é o “orixá da varíola, pragas e doenças”, e a área da vida que ele patrocina é a “cura de doenças físicas”. Um trabalho de conclusão de curso da UFJF, de Samuel Novaes Guimarães, o chama de “o médico entre os orixás”.
Como explicamos no guia sobre os orixás, cada orixá rege uma força da natureza. O domínio de Obaluaê é a terra: o chão que adoece, cura, enterra e faz nascer. Nos itãs, ele é filho de Nanã, a orixá mais velha, e irmão de Oxumarê.
Porque o tema toca a saúde, vale dizer com todas as letras: a cura de Obaluaê é dimensão espiritual, de acolhimento, fé e axé. A Tenda de Umbanda Caboclo Tupinambá e Vó Catarina (TUCTVC) escreve na página do orixá: “Sua força não substitui tratamentos médicos ou cuidados de saúde.” Nenhuma oferenda, banho ou reza toma o lugar do médico.
Ficha técnica de Obaluaê
Cores: vermelho, branco e preto no candomblé (Prandi); preto e branco na umbanda (FUCESP) | Dia: segunda-feira | Elemento: terra | Símbolo: xaxará, cetro de fibras de dendezeiro com búzios | Vestimenta: roupa de palha da costa, com o filá cobrindo o rosto | Comida: doburu, a pipoca com fatias de coco | Saudação: Atotô! | Santos: São Lázaro e São Roque, com variação por casa | Família mítica: filho de Nanã, irmão de Oxumarê | Tabu dos filhos: ir a funerais
Agosto é o mês de Obaluaê em muitas casas. O Olubajé, o banquete do orixá, é comemorado em agosto “na maioria dos terreiros de candomblé do Brasil”, segundo a reportagem da Alma Preta. Mas não é regra: Lucas Barreto de Souza fotografou um Olubajé em 15 de janeiro de 2017, no Ilê Axé Akaraizô, em Salvador (Fotocronografias, UFRGS). O mês está em mês de Obaluaê e a festa, em Olubajé, o banquete de cura de Omolu.
Entre as ervas, a FUCESP lista “Folha de Omulu (canela de cachorro) pariparoba, mamona, cambará”, e Guimarães escreve que “A folha ritual de Obaluaê é a mamona”. Duas plantas que casas de umbanda ligam a Omulu têm artigo próprio: a losna, a erva de Omulu, e o mastruz.
Obaluaê e Omulu: as duas faces do mesmo orixá
A resposta mais ouvida é que são o mesmo orixá com dois nomes. Agenor Miranda Rocha, citado na dissertação de Samuel Abrantes (UFRJ), diz que se costuma chamar Obaluaê de moço e Omolu de velho, “mas são apenas dois nomes para uma mesma entidade”. Ildásio Tavares, entrevistado na mesma pesquisa, vai além: “todos são ORIKI do mesmo santo, que é uma forma de saudação, de reverência”.
Não há consenso. O verbete Obaluaiê da Wikipédia defende que seriam orixás distintos, e que Obaluaiê é “constantemente confundido” com Omolu. A Prefeitura de Salvador registra as duas leituras: “em algumas casas são tratados como o mesmo orixá, e em outras como entidades distintas”.
A divisão entre o moço e o velho tem uma versão muito citada, a da Federação de Umbanda e Candomblé do Estado de São Paulo (FUCESP), que abre dizendo que “falar em Obaluaê ou Omulú é falar no mesmo Orixá”:
| Obaluaê | Omulu | |
|---|---|---|
| Face | jovem | velha |
| Caráter, segundo a FUCESP | guerreiro, caçador e lutador | sábio, feiticeiro e guardião |
| Santo no imaginário baiano, segundo Leite | São Roque | São Lázaro |
A última linha não vale para todo lugar: a TUCTVC faz o inverso, como se vê no H2 do sincretismo.
No candomblé, o orixá se desdobra em qualidades, e as listas não batem. Abrantes avisa que “há muita contradição e informação errada quanto aos nomes e funções”, e Roger Bastide, citado por Monique Augras e Angela Maria Correa nos Arquivos Brasileiros de Psicologia (FGV), contou 14 subdivindades de Omolu.
Na umbanda, a conta é outra. As sete linhas de Leal de Souza, em 1933, não têm Omulu: a sétima “é a linha de Santo, também chamada de Linha das Almas”. O Núcleo Umbandista São Sebastião (NUSS) põe “Omulú e Ibeji na Linha de Oxalá”, e a FUCESP fala de entidades ligadas a ele “que chegam curvadas” e que geralmente têm a cabeça “coberta por um pano branco”. Quem desce na gira, a cor, a vela e as datas da umbanda estão em Omolu na umbanda. A FUCESP lembra ainda que “sempre que se adentra em um cemitério se saúda Obaluaê”, e o lugar onde isso se faz está em cruzeiro das almas.
A palha que cobre o corpo
A roupa de Obaluaê é de palha da costa. Guimarães chama a vestimenta de axóicó e dá o nome da parte de cima: “A primeira parte que cobre todo o seu rosto e desce até boa parte do seu dorso é chamada de filá.” Na tabela de Prandi, a roupa é “vermelho, branco e preto, com capuz de palha”. O xaxará não é o capuz: é o cetro que ele leva na mão, “feito de fibras das folhas do dendezeiro com búzios”.
Por que a palha? Nos itãs, ela cobre as marcas da doença (veja abaixo). Gildeci Leite, da UNEB, lê a palha também como riqueza: “Para Omolu, vestir-se com suas palhas da cabeça aos pés, além de adequar-se à sua realidade física, deve ser entendido como riqueza, uma outra riqueza.” E cita Edison Carneiro: o pai de santo Paim fez para Omolu uma toalha de seda bordada, “tudo inutilmente, porque o santo não a queria de maneira alguma” (Leite, Fragmentos de Cultura). Verger, citado por Leite, conta que na África o orixá “rejeita a utilização de utensílios de metal em alguns de seus rituais”, porque aceitar o metal seria entrar no território de Ogum.
O rosto fica coberto. No Santuário Nacional da Umbanda, a imagem do orixá “é um homem que não mostra o rosto, curvo e geralmente esconde-se embaixo de um pano quando incorpora nos templos”. Isso não quer dizer que não exista imagem: o acervo Sacred Arts of the Black Atlantic, da Duke University, cataloga uma estátua de gesso de Omolú, com xaxará de contas e búzios.
Atotô! A saudação pede silêncio. É “Atotô, que significa silêncio, ele está entre nós”, explicam os sacerdotes ouvidos pela Alma Preta. Na FUCESP, a saudação longa é “Atotô Ajuberú”.
Uma cantiga do ketu para ele, com letra e comentário, está em cantiga de Obaluaê Ejì Bará Loko.
Os itãs: Nanã, Iemanjá, Ogum e a pipoca
Os itãs reunidos por Prandi em Mitologia dos orixás (2001) contam a palha de mais de um jeito. As versões abaixo vêm com a página do livro, citadas por quem o leu.
Nanã cobre o filho de palha
Na página 197, citada por Nágila Oliveira dos Santos na Revista África e Africanidades, Nanã teve dois filhos: “Oxumarê era o filho belo e Omulu, o filho feio.” E “Nanã tinha pena do filho feio e cobriu Omulu com palhas, para que ninguém o visse e para que ninguém zombasse dele.”
Iemanjá lava Omulu e lhe dá as pérolas
Nas páginas 215 e 216, transcritas por Leite, a história é outra. Nanã abandona o filho doente: “Abandonou-o numa gruta perto da praia.” Então “Iemanjá recolheu Omulu e o lavou com a água do mar”, “confeccionou para ele uma roupa toda de ráfia” e lhe deu as pérolas: “Serás assim chamado de Jeholu, o Senhor das Pérolas”. O historiador Murilo Melo, ouvido pela Prefeitura de Salvador, conta uma versão em que Omulu é salvo por Iemanjá “utilizando folhas de bananeira”.

Ogum, Iansã e as feridas que viraram pipoca
Na versão resumida por Guimarães, Ogum vê Obaluaê espiando a festa e “o cobriu com uma roupa de palha”. Iansã então “deu um sopro que levantou a sua roupa e fez com que todas as feridas de Obaluaê pulassem para o alto e fossem transformadas em pipocas”. Os dois, Obaluaê e Iansã, “compartilharam o poder de reinar sobre o mundo dos espíritos e dos mortos”. O Santuário Nacional da Umbanda conta o mesmo itã: “Ogum, ao perceber sua angústia, cobre todo o corpo dele com palha da costa (mariô).” O lado de Iansã está em quem é Iansã.
Doburu: por que a pipoca é a comida de Obaluaê
Na tabela de Prandi, a comida de Obaluaê é “pipoca com fatias de coco”. Leite descreve o deburu de Salvador: “torrada em uma panela com areia branca. Obrigatoriamente sem gorduras de quaisquer espécies”, servida “sem sal” e com “tiras de coco seco”. E acrescenta: “A pipoqueira elétrica facilita o trabalho e não retira o Axé.” Ele registra ainda que, lá, “o mês de agosto é povoado por filhas e filhos de santo a pé, nas ruas, com balaios cheios de pipoca”, pedindo esmola para as obrigações de Omolu, e que o deburu é chamado de “a flor do Velho”.
Na umbanda, a FUCESP dá a pipoca “estourada no azeite de dendê e sem sal”. Num itã resumido por Guimarães, a pipoca já é remédio antes de ser ferida transformada: a mãe “pegou um punhado de pipoca” e “jogou no seu corpo, fazendo com que as feridas desaparecessem”. O banho de pipoca, para o Santuário Nacional da Umbanda, é “o principal ritual que se faz para Abaluaiê”. Na festa de São Lázaro, em Salvador, a Prefeitura registra uma ialorixá que “há oito anos” oferece banhos de pipoca em frente à Igreja de São Lázaro. Banho ritual é fundamento de casa: quem sente o chamado procura a orientação de um pai ou mãe de santo.
O significado, a receita e o banho estão em pipoca de Obaluaê. O prato que a FUCESP lista além da pipoca (feijão preto com dendê, carnes em fatias, banana-da-terra frita, cuscuz e milho) e onde cada tradição entrega estão em oferenda para Omolu.
Sincretismo: São Lázaro, São Roque e os santos de cada casa
Prandi dá os dois santos juntos, sem separar face: Obaluaiê ou Omulu é “Sincretizado com São Lázaro e São Roque”. A divisão por face é uma leitura de lugar. Leite registra que, “no imaginário popular baiano”, “se associa Omolu a São Lázaro e Obaluaê a São Roque”. Outras casas fazem diferente:
- TUCTVC, de São José dos Campos: “Omulu é sincretizado com São Roque e Obaluaê com São Lázaro”, o inverso da leitura baiana.
- Tambor de mina de São Paulo: no terreiro estudado por Prandi em “Nas pegadas dos voduns”, cada vodum tem o seu santo: Acóssi é São Lázaro, Azile é São Roque, Polibogi é São Manoel e o nagô Xapanã é São Sebastião.
- Santuário Nacional da Umbanda: “Pode ser sincretizado também com São Roque e São Bento.”
- NUSS: além de São Lázaro, “Outros o sincretizam a São Roque e outros a São Cipriano” (página de Omulú).
Como em todo sincretismo afro-brasileiro, a aproximação nasceu da necessidade de cultuar escondido. “São Lázaro e São Roque são santos que nossos ancestrais foram inteligentes em associar aos orixás, para cultivar e reverenciar de forma escondida”, disse a ialorixá Tania Pereira de Jesus à Prefeitura de Salvador. E a TUCTVC lembra que o sincretismo “não significa que as duas figuras sejam exatamente a mesma divindade”. A história de cada santo está em São Roque e Obaluaê e em São Lázaro e Obaluaê; o mecanismo em geral, em santos católicos e orixás.
As datas acompanham os santos e as casas. A FUCESP dá o 2 de novembro, “juntamente com o dia de finados”, o 17 de dezembro, “em razão do sincretismo com São Lázaro”, e o 16 de agosto, de São Roque. Em Salvador, a festa de São Lázaro “é celebrada todo ano no último domingo de janeiro, na Igreja de São Lázaro e São Roque, na Federação”. A casa de mina de São Paulo festeja Xapanã em 20 de janeiro, dia de São Sebastião, e Acóssi em 11 de fevereiro. Como o 2 de novembro é vivido nos terreiros está em dia de Finados na umbanda.
Xapanã, Sakpata e Kavungo: os nomes nas outras nações
Xapanã é o nome que se evita. Leite resume Verger: “Xapanã é um nome perigoso e, portanto, chamá-lo de Obaluaê, Senhor da Terra, ou de Omolu, Filho do Senhor são formas de cumprir alguns de seus tabus.” Guimarães registra o mesmo: é nome que, “segundo os adeptos, é perigoso de ser pronunciado”.
No jeje, de origem fon, a divindade próxima é o vodum Sakpata, que o verbete Sapatá da Wikipédia descreve como “vodum da terra”, “intitulado Ayinon (o dono da terra)”. A tabela de Prandi põe entre os voduns jejes Acóssi-Sapatá e Xapanã. No tambor de mina, o terreiro paulista estudado por Prandi cultua a família de Dambirá, que “reúne os voduns da terra, ligados às doenças e às curas”, com Acóssi Sapatá, “curador e cientista”, que “conhece o remédio para todas as doenças”.
Na angola, o paralelo é o inquice Kavungo. Prandi dá Cafunã e Cavungo como inquices bantos. Veridiana Silva Machado, em dissertação na USP, registra os nomes “Kavungo, Nsumbo, Tingongo, Impanzo ou panzo, Ntoto” e o domínio: “a força que atua na terra, no solo, assim como as doenças epidêmicas, as pestes e a cura”. Kavungo é o patrono de um terreiro de angola da Bahia, o nkisi de Maria Genoveva do Bonfim, Maria Neném. No Inzo Tumbansi, casa de angola de Itapecerica da Serra (SP), a comida de Kavungu é “Masangu (Pipoca)”. A FUCESP usa a palavra certa: Obaluaê é “associado com Kavungo, divindade da nação Bantu, e com Sakpata, divindade da Nação Jeje”. Associado, não igual. Os outros inquices estão em inquices do candomblé de angola.
No batuque do Rio Grande do Sul, o orixá é chamado de Xapanã, sem o cuidado de não dizer o nome: veja Xapanã no batuque.
Os filhos de Obaluaê
Quem tem Obaluaê de cabeça é chamado omolussi, segundo Guimarães. O retrato que circula é um estereótipo, e Prandi o descreve assim: “Seus filhos aparentam um aspecto deprimido”, mas eles “parecem pouco amigos, mas é porque são tímidos e envergonhados”. O preceito mais citado é o tabu de “ir a funerais”, na tabela de Prandi e em Guimarães. Augras e Correa testaram três filhos de Omolu e descreveram o orixá como “agressivo, mas controlado”.
O retrato completo, as quizilas registradas por casa e a dúvida sobre comer pipoca estão em filhos de Omolu. Só o jogo de um pai ou mãe de santo confirma o orixá de cabeça; o teste do site serve para começar a conversa.
Perguntas frequentes sobre Obaluaê
Quem é Obaluaê?
É o orixá da varíola, das doenças e da cura, ligado à terra e aos cemitérios, segundo Prandi. Também é chamado Omulu ou Omolu; o nome Xapanã se evita em muitas casas de candomblé. Veste palha da costa, come pipoca com coco, tem a segunda-feira como dia e é saudado com Atotô.
Qual a diferença entre Omulu e Obaluaê?
Para Agenor Miranda Rocha e para a FUCESP, nenhuma de fundo: são dois nomes do mesmo orixá, o moço (Obaluaê) e o velho (Omulu). A Wikipédia defende que seriam orixás distintos, e a Prefeitura de Salvador registra as duas leituras entre as casas.
Qual santo é sincretizado com Obaluaê?
São Lázaro e São Roque, na tabela de Prandi. No imaginário baiano, Omolu é São Lázaro e Obaluaê é São Roque; a TUCTVC faz o inverso; o Santuário Nacional da Umbanda acrescenta São Bento, e a NUSS, São Cipriano. Sincretismo é aproximação, não igualdade.
Por que a pipoca é a comida de Obaluaê?
Porque, num itã resumido por Guimarães, as feridas do orixá pularam para o alto e viraram pipoca quando Iansã soprou a roupa de palha. Leite registra o deburu de Salvador feito na areia, sem gordura e sem sal, com tiras de coco seco, chamado de “a flor do Velho”.
Quais são as cores de Obaluaê?
Depende da tradição. No candomblé, a roupa é vermelho, branco e preto, na tabela de Prandi. Na umbanda, a FUCESP dá preto e branco e diz que no candomblé “usa-se também o vermelho”; a NUSS dá branco e preto; o Santuário dá a cor preta e a vela branca e preta. O dia é a segunda-feira, que em muitas casas é também o dia da linha das almas.
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Atotô, Obaluaê!
Referências
- Reginaldo Prandi, “Deuses africanos no Brasil contemporâneo”, Horizontes Antropológicos (UFRGS), 1995: SciELO
- Reginaldo Prandi, Mitologia dos orixás, Companhia das Letras, 2001: ficha no Google Livros
- Reginaldo Prandi, “Nas pegadas dos voduns: um terreiro de tambor-de-mina em São Paulo”, 2005: PDF no site do autor
- Gildeci de Oliveira Leite (UNEB), “Omolu, Obaluaê, São Lázaro, São Roque, a fé, a medicina do pobre”, Fragmentos de Cultura (PUC Goiás), 2019: PDF
- Nágila Oliveira dos Santos, “Orixás no divã”, Revista África e Africanidades, 2010: PDF
- Samuel Novaes Guimarães, Obaluaê, o médico entre os orixás, trabalho de conclusão de curso, UFJF, 2017: PDF
- Samuel Sampaio Abrantes, Atotô Obaluayê Ajuberu, dissertação, UFRJ, 1996: PDF
- Monique Augras e Angela Maria Correa, Arquivos Brasileiros de Psicologia (FGV), 1979: PDF
- Veridiana Silva Machado, O cajado de Lemba: o tempo no candomblé de nação Angola, dissertação, USP, 2015: PDF
- Lucas Barreto de Souza, “Atotô Obaluayê! Olubajé no Ilê Axé Akaraizô”, Fotocronografias (UFRGS), 2021: PDF
- Leal de Souza, O espiritismo, a magia e as sete linhas de Umbanda, 1933: PDF
- FUCESP: página de Obaluaê
- TUCTVC: página de Obaluaê e Omulu
- NUSS: Linhas da Umbanda e Omulú
- Santuário Nacional da Umbanda: Abaluaiê
- Inzo Tumbansi: Bankisi cultuados
- Duke University, The Sacred Arts of the Black Atlantic: estátua de gesso de Omolú
- Alma Preta: O que o Olubajé representa para quem é de candomblé?
- Prefeitura de Salvador: festa de São Lázaro e o banho de pipoca
- Wikipédia: Obaluaiê e Sapatá